Jesus conta contigo!
 

MCC do Brasil - Assessor Eclesiástico - Nacional

Pe. Francisco Bianchin (Pe. Xiko).

Carta nº 07 (01/dez/2016).

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Conclusão do ano Santo

No domingo, dia 20 de novembro deste ano de 2016, concluiu-se o ano santo da misericórdia. O papa Francisco, para marcar de modo indelével a conclusão dos 50 anos do concílio Vaticano II, proclamou o ano da Misericórdia, que teve início no dia 8 de dezembro de 2015, com a abertura da Porta santa em Roma e que se concluiu no dia 20  com a cerimônia de fechar a Porta santa.

O desejo do papa Francisco, ao anunciar o ano santo da misericórdia foi de chamar a  atenção para  alguns pontos centrais do Concílio Vaticano II, entre os quais, devolver Deus ao mundo, ir ao encontro dos feridos e afastados, renovar a confiança no Deus da ternura e criar uma nova postura de ser e de estar no mundo, não como julgadores, mas como luz para  mundo, que vive em trevas e desamparado da esperança.

Durante o ano santo, muitas vezes, o papa Francisco voltou ao tema da misericórdia insistindo que o rosto  de Cristo é o rosto vivo da misericórdia de Deus.

Mostrou também a necessidade e a importância de criar a cultura da misericórdia para que não fiquemos, apenas, em atos e atitudes esporádicas de misericórdia, mas que a misericórdia faça parte de nosso modo de ser e de viver no cotidiano.

Assim diz Francisco:  "A misericórdia é o próprio nome de Deus" e deve também ser o nosso nome como cristãos. A característica da Igreja, portanto, é ser misericordiosa.

Embora para nós tenha se encerrado o  ano santo da misericórdia, Deus não parou no ano santo, Deus continua sua ação, pois Ele é misericórdia por essência sempre e em tudo.  

Esperamos que a sociedade de hoje, marcada pelo temor, pela confusão, pela violência, pelo ódio, pelos desentendimentos, descubra, no rosto da misericórdia, Jesus Cristo, a solução para tanta dor e sofrimento para que refugiada na Sua ternura e na força de Deus seja feliz.

Os últimos três capítulos são dedicados a meditar, refletir sobre a misericórdia. É um convite a considerar, a partir da misericórdia, as situações que nós chamamos irregulares, que não se conformam plenamente com o ensinamento de Cristo.

É verdade que em meio a tantas tragédias, muitas vezes nos perguntamos onde está Deus sem nos darmos conta de que Ele está justamente aí, no meio dessa realidade, esperando por ti, por nós para que O encontremos e confiemos nEle. 

Pe. Xiko, SAC


Carta nº 06 - novembro/2016 - O bem não cansa! - Clicar aqui

Carta nº 05 - outubro/2016 - O bem não cansa! - Clicar aqui

Carta nº 04 - setembro/2016 - O segredo para ser feliz. - Clicar aqui

Carta nº 03 - agosto/2016 - Quando virá o dia?. - Clicar aqui

Carta nº 02 - julho/2016 - Nobre missão dos avós. - Clicar aqui

Carta nº 01 - julho/2016 - A violência é um sintoma. - Clicar aqui

 

 

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