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Carta MCC do Brasil n° 256 - dezembro 2020


“O anjo então lhes disse: ‘Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor!” (Lc 2, 10-11).


Irmãos e irmãs que peregrinam em meio às dificuldades dos tempos que correm, no caminho que nos leva à santidade: desejo-lhes de coração a paz de Cristo.

Introdução. Neste mês de dezembro vamos celebrar a concretização daquele projeto indizível do coração do Pai misericordioso. Projeto que é o envio do seu próprio filho para a salvação do mundo. Celebraremos a festa do nascimento de Jesus. Esta nossa breve reflexão vai girar, portanto, em torno desse acontecimento ímpar na história da humanidade. Tão importante que essa mesma história será dividida no “antes” (AC) e no “depois” (DC) de Cristo. Acontecimento para cuja celebração a liturgia nos prepara com o tempo do Advento e, na sua continuidade, com o Tempo da Natividade. Dois pontos para nossa breve reflexão.

1. Tempo do Advento A própria expressão já diz “chegada’, ou tempo de espera, que tem seu início no primeiro domingo do Advento. Uma espera de séculos condensada numa única palavra. E se acrescentarmos mais três letrinhas identificaremos melhor a realização plena da nossa fé. Teremos, então, esperança. Esperança da chegada do Salvador, da plenitude dos tempos, da encarnação de um Deus que assume a carne humana e suas debilidades, menos o pecado, da libertação das criaturas das amarras da desobediência dos primeiros pais. Percebe-se, então, a necessidade de uma preparação mais adequada para tão misterioso acontecimento. As quatro velas, uma de cada cor, colocadas ao lado do altar para serem acesas, uma a cada domingo do Advento, são os símbolos da vigilância, da oração, da penitência e da esperança. Mesmo com as restrições decorrentes deste doloroso tempo de pandemia, podemos acompanhar, em espírito ou pelos meios de comunicação, toda essa dinâmica de preparação para o Santo Natal. Por oportuno, lembro que este tempo que precede a grande festa não é somente dedicado às compras de presentes, à armação de árvores e à lembrança dos “papais noéis” de mentirinha com seus trenós e renas sobrevoando as mentes e superando qualquer ficção!

2. Natal de Jesus, o Filho de Deus e Salvador da humanidade. Se o tempo do Advento for bem preparado e convenientemente vivido, com certeza o Santo Natal de Nosso Senhor será mais conscientemente celebrado na liturgia e na vida de cada discípulo de Jesus. Mesmo que essa celebração possa estar tão limitada e restrita, como foi a da Quaresma e da Páscoa, neste ano de tantos desafios e sofrimentos. Assim, os pequenos presépios tradicionalmente montados em casa haverão de nos lembrar de cantar em família, com os anjos celestiais, “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados”. José e Maria, ninando o divino-humano bebê, haverão de nos acolher, como aos humildes pastores, em volta daquela manjedoura de animais, pobre berço de palha, pois “não havia lugar para eles na hospedaria” (Lc 2, 7b). Ali estavam com o menino, em situação de rua, na pobreza e no abandono por parte dos poderosos. Mesmo que a “igreja doméstica” que deve ser a família, não substitua a Igrejacomunidade, podemos viver neste Natal as alegrias e louvores pelo nascimento em sua carne mortal de um Deus com face humana e de um homem com face divina

Sugestões para reflexão pessoal ou em grupo:

Seremos capazes de nos esforçar para viver o Advento a partir do seu profundo significado neste tempo caracterizado pelas restrições à mobilidade humana, que por isso mesmo tornou-se “favorável” à reflexão, à introspecção, à compreensão do grande mistério da Encarnação de Deus no seio do seu povo? Conseguiremos – talvez um pouco menos sufocados pelo barulho ensurdecedor das estratégias de consumo, que normalmente anestesiam até os mais bem intencionados – ouvir no silêncio a voz do anjo que anuncia o nascimento de Jesus?

Despeço-me desejando que as respostas a essas duas perguntas tenham sido positivas. E lhes prometo a fidelidade de minhas orações e dos mais sinceros votos de um Advento realmente preparador de um Natal em que cada um, próximo ou distante daqueles que ama, esteja muito perto d’Aquele que mais ama porque é o puro Amor.

Pe. José Gilberto Beraldo      
Equipe Sacerdotal do GEN    
E-mail: jberaldo79@gmail.com


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